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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Os ossos precisam de alimentação, sol e impacto

Excelente artigo sobre como cuidar dos seus ossos e dessa maneira evitar doenças relacionadas, apesar de ser o artigo voltado para um grupo distinto o informa é fundamental para qualquer faixa etária, sempre lembrando que antes de iniciar uma atividade física especialmente na área de arte marciais confira a formação e procedência do professor para evitar problemas para sua saúde, boa leitura.

A vez do leitor - Gostei da matéria passada sobre os benefícios do sol principalmente porque você não disse, como em todo mundo fala, que sol é só até as dez ou depois das quatro horas. A dica dos cachorros eu achei ótima e coerente. Como você falou da osteoporose gostaria que aprofundasse mais porque acho também um assunto ainda cercado de muitas verdades e mentiras principalmente quanto à exercício de impacto. Por exemplo, o impacto da hidroginástica é suficiente como se fala? Marco Antônio.

Amigo leitor - Você tem razão quando sugere ser esse assunto ainda muito polêmico. Entretanto, alguns fatores já são bem estabelecidos e comprovados pela ciência quando se fala em ganho de massa óssea, como por exemplo, as ações da gravidade e a muscular. São dois fatores distintos sendo o primeiro mais importante face algumas pesquisas citadas em artigos médicos: "Pessoas acamadas, mesmo realizando 4 horas diárias de exercício intenso em ciclo ergômetro, deitado de costas, não conseguiram reverter a perda óssea decorrente da inatividade. Por outro lado, pessoas nas mesmas condições, que conseguiram apenas ficar de pé por três horas diárias, impediram a perda óssea".

Nas missões espaciais, um dos problemas enfrentados tem sido a perda de massa óssea por falta da gravidade e fazer exercício nessas condições não tem sido a solução.

No caso da hidroginástica, existem trabalhos em piscinas rasas, mostrando que o impacto gerado com a água na altura do meio de peito, guardada as devidas proporções, pode ser comparado ao ato de caminhar em terra firme. Isto porque o peso corporal da parte fora d'água, somado aos movimentos de saltitos, podem se aproximar ao peso do volume de água responsável pelo efeito do empuxo. Ou seja, existe o impacto e ação da gravidade.

O processo de construção e destruição do osso, respectivamente conhecido por osteoblasto e osteoclasto, assemelha-se ao processo de hipertrofia onde o músculo ao sofrer uma ação do estresse físico, reage produzindo hormônios anabolizantes (crescimento). Se o estresse for muito intenso pode ocorrer o efeito contrário conhecido por catabolismo. O osso precisa “sofrer” impacto e/ou pressão nas extremidades para a massa óssea ser estimulada.

Sabendo-se que os exercícios físicos com impacto estimulam hormônios anabolizantes, entre ele os sexuais, e que as células osteoblásticas, também são estimuladas pela ação hormonal, conclui-se o benefício dessas atividades.

Outro efeito fisiológico descrito na literatura é com relação ao estímulo elétrico nesse processo. Sendo a elasticidade uma das propriedades do tecido ósseo, as forças mecânicas geram uma corrente elétrica no mesmo sentido da força aplicada conhecida por propriedades piezoelétricas em função da presença de cristais de hidroxiapatita causando a migração dos osteoblastos. Ou seja, a ação mecânica gera corrente elétrica que atrai as células construtoras do osso. Daí a importância também da musculação e/ou ginástica localizada. Claro, a hidroginástica pode não ser a atividade mais indicada aos objetivos de "prevenção" da doença, mas para "fins terapêuticos" para as pessoas já acometidas, levando-se em consideração a segurança, é bem adequada. Na caminhada e na corrida entre outros exercícios com impacto, existe o risco de perda de equilíbrio, tropeços, quedas e a fratura, nesse caso com recuperação mais demorada. Caiu porque quebrou ou caiu e quebrou? A maioria dos casos de fratura de fêmur em função da osteoporose, descritos na literatura médica referem-se à primeira hipótese. Caiu porque quebrou.

Uma vez comprovada a melhora da densidade óssea, pode-se passar para a musculação sendo, por assim dizer, a segunda atividade na escala de segurança. O risco de quedas proveniente de choque com pessoas praticamente não existe, a intensidade é controlada e os aparelhos de hoje oferecem posição cômoda e equilibrada permitindo sobrecarga em grupos musculares isolados. Enfim, a saúde dos ossos depende de impacto, ação da gravidade, alimentação adequada e sol como vimos na semana passada.

Cartas para essa coluna:
Luiz Carlos de Moraes CREF/1 RJ 3529 - E-mail: lcmoraes@compuland.com.br

Para Refletir: “É melhor ser dono de uma moeda do que ser escravo de duas”. Provérbio grego.

Sobre a Ética: Pessoas de bem aprendem e ensinam educação. Quem não aprende por bem, por mal também não chega a lugar nenhum.


Obesidade Mórbida Aumenta 255% no Brasil


Outro artigo informativo sobre o crescimento da obesidade em nosso país e seus males, artigo informativo para você leitor conhecer um pouco dessa realidade assustadora que vem acompanhada do comodismo do homem moderno e seus maus hábitos alimentares, levando em consideração que obesidade é um assunto de utilidade publica que o governo também tem que fazer sua parte para evitar esse aumento.

Um aumento de 255% na prevalência da obesidade mórbida no Brasil - considerado “alarmante”, especialmente entre homens - foi um dos resultados encontrados no levantamento realizado pela pesquisadora Leonor Maria Pacheco Santos e equipe, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília. A pesquisa incluiu os períodos de 1975-1976 (0,18%), 1989 (0,33%) e 2002-2003 (0,64%).

O trabalho é uma reanálise de inquéritos antropométricos nacionais sobre o assunto, divulgado neste mês de julho na publicação científica Obesity Surgery. Também foram utilizados dados sobre cirurgias bariátricas obtidos no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, disponíveis online.

Segundo o artigo publicado, “houve uma taxa mais elevada no Sul nos dois primeiros levantamentos, mas a prevalência na região Sudeste aumentou constantemente, chegando a 0,77% em 2002-2003, alcançando o Sul”.

De acordo com dados divulgados, em 1999 o SUS passou a cobrir a cirurgia de obesidade mórbida e entre 2000-2006 o número de procedimentos aumentou seis vezes, chegando a 2500. As cirurgias bariátricas realizadas pelo SUS estiveram concentradas em primeiro lugar na região Sudeste, seguida pela região Sul.

Os especialistas classificam como urgente a adoção de medidas preventivas em relação à epidemia de obesidade no país.

por Beth Santos


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